Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Stephen R. Covey acredita que vencer ou fracassar é resultado de sete hábitos. São eles que distinguem as pessoas felizes, saudáveis e bem-sucedidas das fracassadas e daquelas que sacrificam o equilíbrio interior e a felicidade para alcançar o êxito. Em Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes estão contidos os princípios fundamentais da eficácia – sete hábitos básicos e primordiais que representam a interiorização dos princípios correctos, nos quais se baseiam o sucesso e a felicidade duradoura. Em Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes o autor apresenta uma abordagem global, integrada e centrada em princípios simples para a resolução de problemas pessoais e profissionais. Através de casos ilustrativos e ideias perspicazes, Stephen R. Covey mostra como acabar com o comportamento autodestrutivo em casa e no trabalho e desvenda um caminho contínuo rumo a uma vida pautada por princípios de justiça, integridade, solicitude e dignidade humana. O autor acredita que o verdadeiro sucesso assenta num equilíbrio das eficácias pessoal e profissional, e por isso este livro pretende ser um guia para obter melhor desempenho nessas duas áreas, recorrendo a exemplos tanto da vida familiar e da vida profissional.

ISBN: 9789896165550 – Gradiva Publicações / 2013 – 385 páginas

A Papisa Joana

Quando eu digo às outras pessoas que sou uma papa-livros é porque tenho razões para o fazer. É que eu leio mesmo de tudo, não sou nada esquisita. Tenho preferências, mas se um livro me aparecer à frente completamente por acaso e este me chamar minimamente à atenção, eu já o vou querer ler. Eu sou tão apaixonada por ficção como por não-ficção e por isso, além dos romances, policiais e outras histórias para descontrair também gosto muito de me debruçar sobre os livros interessantíssimos que andam por aí sobre os mais variados temas e que trazem um olhar diferente  a este mundo doido. Confesso que antes não gostava particularmente da ideia de livros de desenvolvimento pessoal, mas agora adoro! Isto porque trazem sempre alguma nova perspectiva de análise, um novo prisma sob o qual me posso analisar como pessoa para compreender as mais diversas acções e atitudes que tenho. Para me conhecer ainda melhor e também para desenvolver, evoluir. Cá em casa os livros de gestão pessoal, gestão, economia, fábulas sobre o mundo empresarial são um must e creio que afinal quem sai aos seus não degenera, pelo que estes livros que antes não dava muita atenção, agora são ingredientes obrigatórios na minha fome literária.
Nas minhas estantes já mora um livro deste senhor pelo que o seu nome não me era desconhecido, tendo conhecimento que os livros dele tratavam sobretudo sobre questões de liderança, sobre motivação e gestão pessoal. Não sabia era que este livro em particular tinha sido construído assente num novo paradigma, como o autor é muito fã de dizer.
É verdade que pensava que este livro fosse mais um sobre gestão pessoal. E é realmente mais um, mas é mais um bastante diferente e inovador que é capaz de nos chamar à atenção logo à partida. O discurso do autor é tão próximo de nós que é impossível não criarmos uma ligação empática. Ainda mais, o autor dá exemplos do seu própria dia-a-dia, erros que cometeu por não saber melhor, por ser tão falível quanto eu ou qualquer outro ser-humano. O que Stephen nos apresenta é uma nova maneira de olhar para a vida, fazendo-nos reflectir sobre as acções automáticas que tendemos a ter com outras pessoas e que podem ser modificadas com um simples gesto. O autor levanta algumas questões que acho muito úteis, principalmente no que toca à comunicação.
Hoje em dia é muito raro comunicarmos uns com os outros. Nós ouvimos e falamos, mas não comunicamos. E isso é alarmante. A sociedade de hoje em dia é tão individualista, tão virada para as conquistas do eu que esquece muitas vezes que nós seres vivos somos animais sociais, que precisamos do calor humano, da sociabilidade, do carinho, da união. Da compreensão. E é isso que por vezes falta quando falamos com outros, falta a compreensão. Dizemos compreender os outros às vezes por uma questão de educação e não criamos realmente uma ligação empática com a pessoa, não estamos realmente a comunicar.
Como disse, o autor levanta várias questões muitíssimo interessantes, que me fizeram reflectir e que quero sem dúvida pensar sobre elas e colocar em prática. É um livro que não pretende ser o novo dogma mas que pode ajudar a organizar a nossa vida de uma forma muito mais frutífera.
Gostei bastante e quero ler o outro livro do autor que tenho cá em casa.

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