Highlander – Para Além das Brumas

Um Laird fascinante
Ele era conhecido por todo o reino como Açor, lendário predador de campos de batalha e alcovas. Não havia mulher capaz de recusar o seu toque, mas mulher alguma lhe fizera jamais estremecer o coração — até uma vingativa fada trazer Adrienne de Simone, aos trambolhões, da Seattle dos tempos atuais para a Escócia medieval. Cativa num século que não era o seu, ousada até mais não, sem papas na língua, ela era um desafio irresistível para o conquistador do século XVI. Coagida a casar-se com Açor, Adrienne jurou mantê-lo à distância — mas a sua doce sedução devastou tal resolução.

Uma prisioneira no tempo
Ela tinha um perfeito “não” nos seus perfeitos lábios para o famigerado laird, mas Açor jurou que ela haveria de sussurrar o seu nome com desejo, implorando a paixão que ele ansiava por inflamar dentro dela. Nem mesmo as barreiras do tempo e do espaço o deteriam na conquista do seu amor. Apesar da sua incerteza quanto a seguir os impulsos do seu coração apaixonado, as reservas de Adrienne não igualavam a determinação de Açor em mantê-la ao seu lado…

ISBN: 9789896374075 – Saída de Emergência / 2012 – 289 páginas

O Hobbit

Antes de começar a falar sobre esta obra em particular é preciso dizer que eu sou fã desta autora Karen Marie Moning,  por isso vou-vos contar a vida difícil que esta autora encontrou no mercado editorial Português. Tenho seguido esta série Highlander desde que os primeiros livros saíram e adorei-os a todos. Devorava-os como se fossem chocolate. Até ter recebido a notícia por parte da editora Saída de Emergência que os livros da senhora não vendiam o suficiente e a publicação de outros livros iria ficar suspensa. As fãs, que como eu, ficaram tristes com esta notícia, fizeram de tudo e apelaram à editora para que esta desse uma segunda hipótese a esta autora. E assim foi, lá continuaram a publicar um livro da autora ao longo dos tempos e parecia que o momento era oportuno visto que outra editora portuguesa decidiu publicar os livros da outra série da autora, intitulada “Fever”. Contudo, eis que as más notícias sucederam-se. Não só a Contraponto decidiu abandonar a publicação dos livros da série Fever (que são maravilhosos!) bem como a Saída de Emergência voltaria a repensar a sua estratégia para o nome da Karen Marie Moning.
E eis que por graça de alguém que percebe o que é ficar com uma série na estante a meio/incompleta, os livros da série Highlander continuaram a ser publicados, sendo que em Fevereiro irá sair o último volume para o mercado. Esta é uma história com final feliz, ou meio final feliz, melhor dizendo já que duvido que se veja a restante série Fever no nosso país.
Mas bom, eu estou contente pela perseverança da editora e agradeço por não terem desistido do nome e é por isso que em vez de comprar os livros em inglês, que era o que eu já estava a considerar, continuei a comprar as vossas edições.

Como dizia eu no início, eu gosto muito desta autora. Acho que são livros que primam pelo enredo simples mas cativante, o ideal para aquecer uma noite de inverno ou um dia de domingo que se mostra aborrecido. Além disso, o fascínio que a autora tem pela Escócia, pelos Highlanders e todo a riqueza cultura desta região é patente nas suas obras e eu sou igualmente fascinada por estes elementos, pelo que sei que vou encontrar uma leitura que me agrada em todos os sentidos. Tanto no romance, como no mistério que envolve o passado das personagens e pelo cenário que nos é apresentado ao longo destas páginas. Como disse, é daquelas leituras que são o meu “guilty pleasure”, quando quero ler algo que sei que vou devorar e ainda assim, aproveitar. Karen Marie Moning e os seus highlanders não falham e não há maneira de odiar estas leituras.
Mas de algum modo, não sei se pelo estado de espírito em que me encontro actualmente, esta história em particular não me encantou tanto como esperava. Embora tenha lido este livro em pouco tempo (a autora tem realmente em todos os seus livros esta qualidade de “devoração”, tanto pela escrita fácil e agradável como pelas histórias que cria) não consegui ligar-me tão completamente a estes personagens nem vibrei tanto com este romance quanto com os anteriores que li.

Um dos meus elementos favoritos no livro foi rever um personagem que irá ter o seu próprio livro mais à frente e que eu já li porque os livros não foram publicados pela ordem de publicação, um personagem que é o protagonista do livro que é o meu favorito (até agora) de toda a série. Concluindo, gostei de ler o livro e foi uma leitura muito prazerosa mas de alguma forma, o Sidehawk não se revelou ser dos personagens mais inesquecíveis, talvez pelo seu nome ter perdido a magia na tradução.

Pássaros Feridos

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