Livros versus Tv #4

    
Eles são os Men in Black



(contém spoilers)


Agora que Os Homens de Preto III chegaram aos cinemas, aproveitei a oportunidade para fazer uma espécie de maratona. Eu recordava-me muito pouco do primeiro filme e ainda não tinha visto o segundo, portanto decidi que antes de ir ao cinema ver o terceiro filme, veria os dois primeiros de seguida. 

Adorei a experiência, pois permitiu-me ter os pormenores dos outros filmes anteriores bem frescos na memória. Não é que tenha muito interesse ver os filmes em seguimento, pois não há nenhum fio condutor muito importante que ligue os três filmes, mas como eu tenho a mania de ver as coisas todas pela ordem correcta, não poderia deixar de fazer o mesmo com esta trilogia de filmes.




O primeiro filme data de 1997 e agora que acabei de ver o terceiro filme, a evolução geral é notória e digna de admiração. É fantástico como 15 anos mudam muita coisa. Em termos de efeitos visuais, qualidade de imagem a melhoria aumentou em número exponenciais e assim é que conseguimos notar o quanto o nosso mundo evoluiu de dia para dia, sem sequer darmos por isso. É engraçado que no primeiro Men in Black eles ainda falavam os CD’s como estando na berra. E hoje em dia, bem sabemos o quanto já evoluímos a partir desse ponto. 


O argumento do filme é muito simples de facto. Os Homens de Preto são uma organização que foi criada pelo governo americano e servia para policiar e legislar a actividade extra-terrestre do nosso planeta. Os homens que fazem parte desta organização são como sombras do universo. Não têm vida pessoal, ninguém sabe quem eles são e as suas personalidades não existem. Eles são incógnitos para o mundo. O agente James, da polícia de Nova Iorque, entra em primeiro contacto com a presença extra-terrestre enquanto está a fazer uma perseguição na rua. Os Homens de Preto, chamados ao local, acabam por tratar da ocorrência e o agente Kay acaba por limpar a memória ao agente da polícia. Mas quando Kay se apercebe de que este jovem é um dos melhores e que pode ajudar a causa dos MiB decide recrutá-lo e torná-lo seu parceiro. O filme acaba com o agente Kay a pedir ao J para lhe apagar a memória, pois ele pretende seguir com a sua vida normal e reencontrar-se com a mulher. Mais que tudo, ele pretende ter uma vida normal e deixar de ser uma personalidade incógnita que ninguém, a não ser os seus colegas de trabalho, conhecem. O final estava preparado para albergar uma sequela.
E 5 anos depois do primeiro MiB, eis que presenciamos a sequela do filme. Desta feita, o agente J vai precisar de desneutralizar a memória do agente Kay, pois este é o único com as informações necessárias para salvar o nosso planeta de uma destruição maciça e completa. Este último, sempre precavido, deixou pistas a si próprio para a eventualidade de tal coisa acontecer, ele conseguir lembrar-se das informações cruciais para salvar o planeta Terra. Assim, Kay volta a ser um membro activo da organização MiB e volta também a ser parceiro do J. 
Depois de um hiato de 5 anos, é muito divertido ver estes dois colegas a voltarem à rotina divertida que eles levam. Gosto imenso deste duo entre o Will Smith e o Tommy Lee Jones. A combinação é perfeita. No entanto, este final, mais uma vez foi aberto e prometia dar lugar a um terceiro filme sobre esta organização secreta que combate a vida extra-terrestre na Terra.
E eis que 10 anos depois, podemos assistir a mais um MiB, que para mim é o melhor dos três filmes, não só pela qualidade gráfica e dos efeitos visuais, mas porque a história está mais original que as outras e não estava nada à espera que o filme nos trouxesse a revelação que trouxe.
Após a libertação de um prisioneiro extra-terrestre muito perigoso, que Kay encarcerou há vários anos atrás, Kay percebe que tem de voltar atrás no tempo para impedir que o prisioneiro seja bem sucedido com os seus planos para destruir o nosso planeta. 
No entanto, após Kay ter voltado ao passado, o agente J é o único que se lembra dele, pois neste presente alternativo, Kay faleceu há já muitos anos neste mesmo confronto com Boris, o tal prisioneiro que acabou por escapar. 
J acaba por voltar também atrás no tempo para proteger o seu parceiro da morte e de Boris e para poder os acontecimentos pela ordem correcta. Contudo, esta viagem ao passado acaba por se revelar muito mais do que uma simples missão e James vai acabar por descobrir coisas das quais não estava nada à espera, mas que vão finalmente, após estes anos todos, fazer todo o sentido.
Foi o meu filme favorito dos três, no geral. No entanto, o que mais apreciei foi fazer a experiência de ver primeiro os outros filmes antes e só depois ir ver este último. Sinto que a experiência foi muito melhor, pois pude dar um seguimento lógico à história.

As imagens foram retiradas do site imdb.com
E concluindo, deixo-vos com a música oficial do filme:


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